A obra investiga a relação entre intelectuais e política em Pernambuco, do início da década de 1960 até às tensões do golpe militar, revelando como diferentes projetos culturais serviram de palco para disputas ideológicas da Guerra Fria e trazendo uma ...
Sinopse
A obra investiga a relação entre intelectuais e política em Pernambuco, do início da década de 1960 até às tensões do golpe militar, revelando como diferentes projetos culturais serviram de palco para disputas ideológicas da Guerra Fria e trazendo uma nova perspectiva sobre a Historiografia.
Número de Páginas
252
Formato
16x23cm
Ano de Publicação
2026
Área
História
INTRODUÇÃO
1. INTELECTUAIS E ONDE HABITAM
1.1 Três visitantes no Recife
1.2 Sobre intelectuais e seu lugar político
1.3 O campo intelectual do Recife: alguns referenciais
2. INTELECTUAIS E POLÍTICAS CULTURAIS: MOVIMENTAÇÕES NO CAMPO
2.1 A ofensiva progressista de 1960: o Movimento de Cultura Popular (MCP)
2.2 Uma reação conservadora: a Fundação da Promoção Social (FPS)
2.3 Reforços imperialistas: a Aliança para o Progresso e o Movimento pelo Rearmamento Moral
3. O LONGO ANO DE 1962: O CAMPO EM DISPUTA
3.1 Uma questão de método: a Fundação da Promoção Social e a campanha de alfabetização de 1962
3.2 Três livros para 1962: o projeto editorial da Fundação da Promoção Social
3.3 Ocupar os espaços: a FPS e o Rearmamento Moral no teatro e no cinema
4. DERROTA E REVANCHE DA FUNDAÇÃO DA PROMOÇÃO SOCIAL
4.1 Um triunfo efêmero: o fim da Fundação Promoção Social
4.2 O golpe de 1964 e o retorno da Promoção Social
4.3 Continuidades e rupturas: a Fundação Guararapes
CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS DOCUMENTAIS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANEXOS