Este livro revela como o racismo científico e a eugenia moldaram a educação, a política e a identidade nacional no Brasil. Com fontes inéditas e o conceito de Micropoder da Branquitude, a obra expõe marcas históricas que ainda sustentam desigualdades r...
Sinopse
Este livro revela como o racismo científico e a eugenia moldaram a educação, a política e a identidade nacional no Brasil. Com fontes inéditas e o conceito de Micropoder da Branquitude, a obra expõe marcas históricas que ainda sustentam desigualdades raciais.
Número de Páginas
252
Formato
16x23cm
Ano de Publicação
2026
Área
Educação
Mozart Linhares da Silva
Introdução
Capítulo 1.
O ARRANJO RACIAL BRASILEIRO E A DEMOCRACIA RACIAL
1. A formação racial nos censos
2. Primórdios da democracia racial no Brasil
3. Legitimação da democracia racial no Brasil e a formação do mito
Capítulo 2.
BRANQUITUDE E SEUS PROCESSOS DE EDUCAÇÃO/SUBJETIVAÇÃO NO BRASIL
1. A branquitude e sua constituição
2. A subjetividade e a branquitude
2.1 Micropoder da Branquitude
3. As bases da branquitude no Brasil, a desigualdade e o racismo
Capítulo 3.
EUGENIA, EDUCAÇÃO, RACISMO DE ESTADO E PRODUÇÃO DA BRANQUITUDE NO BRASIL (1909-1945)
1. Educação eugênica no início do século XX
2. Educação e produção da branquitude no movimento eugenista
2.1 “Estimular no Brasil a educação eugênica e sexual”: legislação e documentos oficiais
2.2 Em busca de “uma raça única e pujante”: conferências, congressos e outros eventos
2.3 “A eugenia triumpha agora e sempre”: teses doutorais de Medicina
2.4 “Quem é bom já nasce feito”: revistas, periódicos e similares
2.5 “Typos a eliminar e typos a multiplicar”: jornais
2.6 Entre o sangue maldito das raças inferiores e o sabão de coco ariano: livros
2.7 Do regozijo de uma raça à redenção de Cam: arte
Considerações finais
Referências