A Companhia de Jesus na Cidade do Rio de Janeiro

A Companhia de Jesus na Cidade do Rio de Janeiro

ISBN: 9788546212514 AUTOR: Marcia Sueli Amantino

Essencial na formação e manutenção das sociedades que faziam parte do império português, a Companhia de Jesus desenvolveu formas diferentes de inserções de acordo com a região onde estava. Na América portuguesa eram administradores de suas propriedades...

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Sinopse

Essencial na formação e manutenção das sociedades que faziam parte do império português, a Companhia de Jesus desenvolveu formas diferentes de inserções de acordo com a região onde estava. Na América portuguesa eram administradores de suas propriedades e senhores de terras e de cativos, ao mesmo tempo em que eram membros de um universo religioso, possuindo, como tal, dogmas e comportamentos específicos que a sociedade, de uma forma ou de outra, esperava que eles seguissem. A presente obra busca entender o desenvolvimento da estrutura econômica e social da Companhia de Jesus na capitania do Rio de Janeiro escolhendo para análise uma de suas propriedades denominada de Engenho Velho, de invocação de São Francisco Xavier e que ocupava grande parte das terras onde hoje está estabelecida a região conhecida como Grande Tijuca. O livro busca identificar até que ponto suas estruturas produtivas estavam inseridas no cotidiano das relações estabelecidas na cidade do Rio de Janeiro e no império português e quais eram as sociabilidades existentes no interior dessa estrutura envolvendo os padres, os foreiros e os escravos de todos que ali viviam.


Número de Páginas

320


Formato

14x21cm


Ano de Publicação

2018


Área

História


Capítulo 1: Os anos iniciais da Companhia de Jesus no Rio de Janeiro; Capítulo 2: A Companhia de Jesus e sua inserção na economia do Rio de Janeiro: o caso do Engenho Velho; Capítulo 3: O Engenho Velho por seu auto de inventário e sequestro; Capítulo 4: Os escravos da Companhia; Capítulo 5: A comunidade escrava do Engenho Velho por meio de seu livro de batismos; Capítulo 6: A comunidade escrava do Engenho Velho e o auto de inventário; Capítulo 7: Os foreiros e arrendatários do Engenho Velho.